Competir ou Motivar ou Engajar

Numa reunião importante surgiu um comunicado de que alguma coisa não seria mais mostrada na forma de ranking entre os estados, cada um saberia apenas o seu resultado e a partir dele correria atrás da sua evolução. Amei. O propósito não é ser melhor que o outro e sim se tornar melhor amanhã do que foi ontem; que as unidades possam se ajudar sem competir, mas cooperando. Alguns questionaram, mas a decisão já estava tomada. Na vida, muitos de nós tem essa coisa de querer saber como está na foto com relação aos outros. E pra quê? Penso que muitas vezes nas organizações se perde tempo com holofotes e se esquece de pensar com intenção sincera em quem está junto, todos os dias, escovando bytes e carregando as bombonas de água: as equipes. Acho válido querer melhorar, mas se não envolvemos as pessoas como fazê-lo da melhor forma? Alguém consegue atingir uma meta que não conhece e que vai lhe ser cobrada dali a pouco? Claro que não. Transcrevo a frase do Dado Schneider que achei matadora: Motivar funcionários não é contratar palestrantes para entretê-los. Motivação começa com os porquês, ou seja, explicando o que está havendo. E é  aí que eu me refiro: trabalhadores do conhecimento que não conhecem o contexto não podem contribuir. Um gestor sozinho não conseguirá trazer os melhores resultados se não conversar com sua equipe, se não se comunicar claramente sobre o que realmente interessa: metas e relações. Por incresça que parível, ainda tem gente que não sabe disso.

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