Quando a privada se torna pública

Privada = vaso sanitário. Privado = que diz respeito particularmente ao indivíduo, à sua intimidade.  OK, é um assunto nojento. Mas quem de vocês, queridos leitores, já não se deparou com barbaridades no banheiro da empresa onde trabalha ou visitou? Quem? Quem? Pois é, por mais simples que pareça, começo a acreditar que não há solução além de câmeras ligadas 24h por dia e pelotão de fuzilamento. Obviamente que não se pode invadir a privacidade de ninguém (que pena, bombaria no alfacebuk ou no vocêtubo), mas esse ninguém tem o direito de acabar com nossa saúde e nosso estômago? Se pensarmos que esta pessoa que deixa os banheiros corporativos imprestáveis, muito provavelmente, não lava as mãos, não escova os dentes e toca em você, na sua mesa, no seu telefone, no seu computador….. Não adiantam campanhas, reuniões ou cartazes. Freud talvez explique este copmportamento porcalhão como raiva. Mas raiva de que? Vai esfregar o chão de joelhos que a raiva passa rapidinho! Tem algum sentido não dar a descarga, deixar a pia molhada, deixar papel no chão e outras tantas nojeiras? Que faça no seu banheiro de casa, se o tiver.  Chego a pensar que é uma questão de sorte compartilhar de um ambiente com pessoas bem educadas e que sigam os preceitos básicos de higiene ou de etiqueta (saia de um banheiro e deixe-o como se nunca estivesse estado ali, ou seja, não deixe sua marca). Para os que tem filhos #ficaadica: higiene e educação só se aprende em casa e com bons exemplos.

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