O (gestor) Destruidor

FELIZMENTE tem muito gestor que merece ser louvado pela suas competências técnicas e de gestão de pessoas. Eu mesma tive no passado gestores em que me espelho até hoje e me mantem com foco no valor do meu trabalho. De outro lado, tem aqueles que fazem tudo para se afundar e que até que sejam desmascarados afundam sua equipe. Um amigo fez um comentário sobre isso e achei que vale explorar o tema, pois não é de hoje que isso acontece.  Aproveitei e conversei com outras pessoas que já conviveram com gestores deste tipo. São clássicos e repetitivos os sinais de um gestor suicida (ou assassino profissional) que ao invés de aproveitar uma equipe de alto desempenho anula esta equipe e se acha bolachinha mais recheada (de vento) do pacote.

Compilei algumas opiniões e acho que assim fica fácil para a equipe identificar o malfeitor(a):

– se acha o gestor mais competente da empresa (auto-estima é tudo!)

– se vende muito bem

– não se comunica com a equipe

– é desorganizado(a)

– fala abobrinhas o tempo todo (geralmente ele mesmo é foco)

– não houve seus pares e, muito menos, sua equipe

– não faz reuniões

– é fraco tecnicamente e está sempre em cima do muro

– foge do conflito

– tem sempre uma visão definida e imutável sobre as coisas

– é um descarado puxa saco

– não tem âncora profissional suficiente e, geralmente, tem uma única experiência (mal sucedida) a qual se apega para explicar qualquer coisa

– está sempre na empresa anterior, nunca na atual

– não responde às perguntas da equipe e de seus pares

– omite propositadamente informações importantes

– constrói propostas mirabolantes e infactíveis sozinho

– vende projetos inexistes a pares e superiores

– coloca a culpa em sua equipe por aquilo que não foi feito (geralmente para seu superior)

– jura que fez alguma coisa que na verdade esqueceu

– dá instruções confusas e geralmente muda o foco quando a tarefa é entregue

– passa a bola pra equipe quando praticamente nada mais do que medíocre pode ser entregue, afinal não dá mais tempo

– não reconhece o esforço de ninguém (elogio, nem pensar)

– transgride as regras existentes, achando que tudo é flexível (mesmo a lei)

O único problema é que seus superiores demoram muito a perceber  quem eles (as) são e, enquanto isso, a equipe vai se esfacelando.

Você já teve um gestor assim? Me conta, então!

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