Passeio serrano

Findi, calor e serra. No sábado, fui à serra com a Foca Déa e a primeira parada foi em Três Coroas, no templo budista. Lugar mega lindo, mega bem cuidado e mega quente! Fazia anos que não ia lá e me deparei com construções novas, todas trabalhadas em zilhões de detalhes e muito limpas. Deu até vontade de me inscrever num dos retiros, mas abortei a missão. Eu certamente não me adaptaria num lugar onde não se pode falar e onde há mini cavaletes no chão dizendo  “não pise nas formigas”. Nada contra formigas, mas elas picam as pessoas. Durante a contemplação de tanta beleza o que mais eu achei: trilhões de condomínios de vespas. Uél, realmente aquele paraíso terrestre não é para alérgicos a bichos voadores. Na sequência uma parada no Café das Fadas pra um almocinho básico e um final de tarde com massagem terapêutica. Mas, o esforço continua companheiros! Num calorão desses é preciso ter força de vontade e persistência pra fazer atividades físicas. Mas o que mais motiva é lembrar do hediondo inverno que nos congelará e nos fará desejar apenas um canto quente e muita comida. Ontem caminhei ao redor do lago São Bernardo, lá em São Chico, completando no mínimo uns 6 Km, incluindo o resto do percurso. A alma ficou mais leve, pois pude compensar a inevitável comilança serrana. Na ida, um cachorrinho buldogue bebê, do qual não tirei foto alguma, nos acompanhou bravamente.  Mesmo com o protesto da cachorrada que estava no mesmo pátio, ele foi atrás. Todo atrapalhado pra andar, acho que a intenção dele era me derrubar no chão. Esperto e cansadinho ele ficou confraternizando com as pessoas que estavam sentadas ao redor do lago, enquanto caminhávamos. Na penúltima volta falamos pra ele nos espera numa sombra. Na hora de ir embora cadê o cachorro? Seguimos pela trilha de volta para casa do Pedro e da Vera e apareceu o assustado dono do cachorro perguntando se havíamos visto o bicho. Contamos o causo e lá se foi o cara de camionete atrás do cachorro. Felizmente, depois constatamos que o cachorro tinha sido achado e tava quietinho (provavelmente preso na coleira).  Pena que a falta de chuva secou algumas cachoeiras, mas mesmo com o calor do sol, durante a noite fez frio.  Na descida, a inevitável parada em Igrejinha e a compra demais alguns indispensáveis pares de sapato. Ai, ai, ai….  PS: amanhã publicarei as fotos.

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