Coisas invisíveis

Tem vezes que a gente embarca numa ideia, acredita, compra mesmo. No meu caso se tem base científica, por princípio acredito. Só que a maioria das coisas nas quais acreditamos, sejam materiais ou místicas não tem comprovação para o indivíduo. Por exemplo: acredito em Deus e sei que ele se manifesta sempre na minha vida. Outro dia fiquei pensando se o ser humano, eu mesma, não precisa se apoiar em crenças para conseguir suportar a vida real? Fui fundo, hein? Acho que pode ser isso mesmo, mas é difícil aceitar a ideia da solidão universal. Uma coisa mais simples de provar são as questões ambientais, impacto da ação do homem e coisas do gênero. Uma coisa muito divulgada quando se fala de poluição é o tempo que as coisas levam para se degradar. Tem um site que pode te ajudar a entender o assunto. Claro que a coisa vai dos 8 ao 80: enquanto um órgão diz que um vidro leva 1 milhão de anos para se decompor, o outro diz que são 4 mil anos. Coisa pouca, apenas 996 mil anos de diferença. Outro dia presenciei uma degradação e fiquei surpresa por ser a 1ª vez que me dava conta disso: fui pegar um elástico/borrachinha/atílio e ele tava  pastoso, ou seja, se decompondo. Acho que ele poderia estar na gaveta há uns 2 anos, sei lá. Fora isso, minha observação a respeito de decomposição se restringe aos seres vivos e coisas comuns, do tipo carros velhos. Mesmo que eu não viva 1 milhão de anos para constatar a decomposição de um vidro, acho que é necessário dar mais atenção aos hábitos de consumo e à forma como descarto minhas coisas.

Para a gauchada: o inverno chegou! Fechem as janelas, tapem os espelhos, preparem as galochas e os para raios!

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