Convivendo com as opiniões flutuantes

Acho bem bacana quando, ao tratar de assuntos profissionais, estejamos inteiros para aproveitar o momento de dirimir dúvidas, emitir
opiniões, propor encaminhamentos etc. Uél, porém, MUITAS VEZES rezamos a missa inteira para alguém, a pessoa emite uma opinião e na hora de tocar a bola pra frente descobrimos que levamos uma bola nas costas. Geralmente esta bola nas costas nos foi dada quando não estávamos presentes e a pessoa que havia se comprometido não nos dá a verdadeira morta. Ficamos sabendo por terceiros.  Não foram uma nem duas vezes que isso me aconteceu (e acho que com vocês também). Você acredita que a resposta que recebeu é firme e segue tocando a vida. Dali a pouco se depara com a mesma pessoa emitindo uma opinião diferente e te deixando com cara de bobo. Não me venham dizer que faltaram argumentos – tipo cursinho de negociação – pois nesse negócio eu sou boa (e vocês também). Na verdade, identifiquei um tipo de pessoa que nunca passou por um programa de qualidade do tipo “faça certo da primeira vez”  e ama  gastar o tempo mudando de opinião. Ok, mudar de opinião é saudável, mas do que trato aqui é de decidir de qualquer jeito e, então, esculhambar a nossa vida. Não vejo saída alguma para a questão e deixo aqui meu desabafo.

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