Síndrome da pressa

Seguindo a pista do querido Lupi, li uma reportagem sobre síndrome da pressa (nem sabia que existia). Não me identifiquei com todos os sintomas (tks God!), mas certamente quero fazer tudo perfeitamente e na maior velocidade possível. Como resultado, acabo ficando cansada, quebrando coisas e me encontrando com os móveis. Fico pensando onde foi que eu bati para adquirir aquele roxinho na perna e não consigo lembrar. Como me dei conta deste meu funcionamento, curto momentos de puro nadismo independente do que esteja acontecendo à minha volta. O tempo vai nos mostrando que temos que afrouxar a obsessão em alguns aspectos da vida para poder aproveitá-la e não apenas cumprir a tabelinha do transcorrer dos dias. O que acho mais importante neste processo é fazer apenas o que eu realmente quero – sempre que possível – sem me sentir culpada por recusar algum convite, afinal, ninguém é de ferro.  Pro feriado, além de algumas tarefinhas inadiáveis vou reservar um tempo pra meditar. Faz um bem tremendo.

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