A copa do Dunga e a gestão de pessoas

Copa do Mundo de Futebol é um evento que mobiliza uma grande parte dos terráqueos. Eu sempre me achei levemente conhecedora do mundo futebolístico. Sou daquelas que se entusiasma, chora, xinga o juiz, enfeita a casa, reúne os amigos. Ou seja, sou normal. Obviamente, sempre me interessei mais pelo aspecto, digamos, estético do futebol, pois do lado técnico sei quase nada. Na terça passada, dia da estréia do Brasil fiquei zapeando em vários meios de comunicação (sou meio hiperativa…he, he) para entender o que tinha acontecido com a nossa seleção, afinal o jogo foi uó! Aí foi a treva! Simplesmente os comentaristas estavam todos contra mim! Cada um dizia uma coisa completamente diferente da outra, no mesmo canal ou jornal e não há como, de um modo racional (sou virginiana), entender o que acontece. Por History! Por AXN! Prefiro continuar com a minha visão sobre o lamentável espetáculo de falta de sangue nas veias dos nossos bilionários craques da bola. Por mais que se queira, a paixão é um componente fundamental de qualquer esporte e mesmo os comentaristas profissionais não conseguem ser isentos na hora de comentar. Tudo bem que o Dunga é um limão sem grife em vida e que o Kaká tá mais pra livro de auto-ajuda do que qualquer outra coisa. Gaúcho por gaúcho, sou mais o Felipão (olha a paixão aí gente!). No nosso dia-a-dia, puxando a brasa pros profissionais de Gestão de Pessoas, também se corre o risco de ceder à paixão. Mas falo de paixão por idéias, por conceitos e às vezes por um determinado perfil de ser humano. É sempre uma posição crítica fazer parte da área de Gestão de Pessoas pelo fato de lidar-se com informações confidenciais, de ter que dar o exemplo (acho que todos os profissionais pensam assim) e ter que demonstrar que quem trabalha para as pessoas também pode entender do negócio da empresa. Afinal nossas cabeças são providas de cérebro e a gente estuda muuuuuiiitooo também. Assim como acredito que um técnico de seleção deva ser, em Gestão de Pessoas é preciso que se tenha conhecimento sobre si e sobre as pessoas, procurando sempre contribuir com elas (como seres humanos e profissionais) e com a organização (ajudar a montar e manter o time que leva a taça). Penso na pressão que cada técnico deve estar sofrendo, principalmente os das seleções favoritas, para através de apenas 11 pessoas levar um país à alegria ou à raiva (ambas passageiras, mas verdadeiras; taí a paixão de novo). Por opção, prefiro ser do time que acredita na competência do “técnico” e que pega junto para fazer o gol. Nada pode ser pior do que estar num time sem acreditar que ele possa ganhar. Seja no futebol, seja na vida profissional, o que importa é o amor que se tem no coração pelo que se faz (nossa! Parece letra de música brega…). Uél, depois de compartilhar minhas impressões e do alto de meus saltos altos vou correndo apostar no bolão, pois apesar da pouca familiaridade com as regras, faturei o último! Aliás, foram seis mulheres palpiteiras a acertar o placar contra apenas um homem esperto. Te liga peixe!

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