E o mar ficou prá trás

Caramba, maior bafão no Santos Dumont. Tempestade em Sampa impedindo os voos e fazendo que o que foram retornassem ao RJ. A moça da cia. aérea me olha e diz com a cara mais calma do mundo que não há como retornar à POA. Olho para a cara dela, com a maior calma do mundo, e digo que preciso voltar pra casa. Graças à minha calma ou à sorte, a moça sai do guichê, vai não sei onde e me coloca num voo direto e que sai do Galeão. A única condição é que eu me desloque por conta própria. Saio correndo e vou atrás do ônibus de R$ 4,00 e deixo pra trás a Marilia Gabriela pau da vida e trocando de fila. Ora bolachinhas recheadas: sem não tem avião pra um, não tem pro outro também! Saio por uma porta, carregando a mala e o tijolotop (nome inventado por mim para os laptops megapesados que a área de TI me arranja) e dou de cara com o Imperador. Sim, Adriano, do alto de seus 3m de altura. Claro que “de cara” não dei, talvez no umbigo. O cara é muito bonito, ao contrário da imagem que passa na TV. Como estava carregando um monte de coisas não consegui fotografa-lo, até porque ele estava com uma cara muito fechada. Chego no aeroporto, como a coxinha de galinha mais cara do mundo e me acomodo para esperar meu voo que  sai no horário e me entrega sã, salva e exausta em Forno Alegre. Graças a Deus.

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