O preconceito nosso de cada dia

OMG!  Como expressamos nossos preconceitos com freqüência! “Zé do RH = usuário com pouco conhecimento de TI”, “conteúdo só para mulheres – receitas da Ana Maria Braga” são algumas das expressões que ouvi hoje que demonstram quantos preconceitos estão arraigados na nossa cultura. Acredito que em outros países ocorra o mesmo. De onde vem essa necessidade? Será que precisamos reforçar exaustivamente aquilo que não queremos ser ou repudiamos, mas no fundo achamos que somos/temos? Se for isso, a projeção (psicologia) explica. Será que a coisa é mais antropológica e precisamos ficar definindo nossos espaços? Será que nos definimos a partir do outro? Será que só o olhar sobre o outros nos dá identidade própria? Ai, que nó.

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