Arte e estranhamento

Felizmente vivemos em tempos de relativa liberdade de pensamento e expressão. No findi fui à Bienal do Mercosul, no cais do porto, e não gostei muito das obras. Não me considero uma especialista em arte, portanto, creio que meu gosto segue o da maioria dos mortais.  Numa sala havia divisórias de vidro muito sujas e só. Pensei que se deixasse de limpar os vidros da minha sacada eles seriam uma obra e tanto, he, he, he. Tudo bem,  sei que o artista deve ter alguma coisa a dizer com aquilo e eu é que não entendi, mas vamos combinar que expor vidros sujos….. Acho que desta vez, pelo menos naquele espaço, os vídeos saíram ganhando (o da bailarina e o cara pelado). Tem também uma peça de 67 segundos que tem toda uma fundamentação, mas definitivamente não entendo a família Thomas. Enfim, continuarei minhas incursões por outros sítios da Bienal, em busca de reflexão e sonho. Por agora, só fiquei com o estranhamento.

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