Qual é sua mandinga de final de ano?

Pois é, inspiradissíma pelo comentário da foca cambojana, Lupi, ao post sobre o síndico, resolvi aproveitar o conselho dele para pedir aos amigos dicas  de mandingas, oferendas e superstições auspiciosas para o final de ano. Mesmo os que se dizem não supersticiosos tem lá suas “manias”… Eu adoro pular as sete ondinhas, mais a onda rainha, comer uva, usar roupas íntimas amarelas etc. Compartilhe seus segredinhos e vamos juntos fazer um mundo mais feliz!!!

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Uma foca twittando

Como legítima fundadora e ativista das Focas do Camboja & Friends Forever , mudei a cara do meu Twitter. Tá meigo! Corre prá lá: http://twitter.com/depintoribeiroTwitter

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O síndico

Eta funçãozinha de última, mas extremamente necessária. Mas vamos combinar que alguns indivíduos que se candidatam também são o ó. O de Bisnaguinha do Norte é um mau exemplo, mas infelizmente foi reeleito. A criatura trabalha na empresa de transporte e circulação de Bisnaguinha e tem uma tara por carros. Em breve, chegará ao requinte de usar o GPS para alinhar os carros dentro das vagas e, se duvidar, o guincho dos azuizinhos (é como chamamos os fiscais de trânsito em Bisnaguinha) vem e reboca os infratores. Enquanto isso, a baderna continua, monstros miniaturizados jogam bola no estacionamento e invadem a piscina com suas baleias gigantes. O síndico não sabe de nada e os pais, que deveriam ser estéreis, assistem a tudo com a maior isenção e irresponsabilidade possível. Não me entendam mal: eu adoro crianças. Estão aí meus afilhados amados que não me deixam mentir, mas o convívio em Bisnaguinha está terrível. Na falta do que fazer, o síndico afixa cartazes nos elevadores, onde se destaca a sua assinatura, e instrui os porteiros a fiscalizar cada um dos 136 carros estacionados. Aliás, ele gosta de assinar e sua profissão lhe dá condições fantásticas de assinar …multas de trânsito.

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El año 2009 se ha ido!

Credo! Já tenho agenda para janeiro! Talvez eu seja única que não tenha se dado conta disso, mas dezembro está aí e com ele a negociação das agendas, pois tudo acontece junto. São encontros natalinos, amigos secretos, festa à fantasia, combinações de Natal, happy hour, decoração da casa, o Natal das Focas do Camboja, os presentes pra comprar e se dar, a festa da empresa, as roupinhas novas, ufa! Nem sempre gosto muito do Natal e do Ano Novo, da hora dos brindes mais especificamente. Também não acredito nesta baboseira de rever a vida, traçar planos, perdoar os desafetos. Afinal, isso a gente faz todo tempo ou não. Tirando isso, de uma maneira geral as pessoas estão menos amargas, mais receptivas e esperançosas. À exceção do meu abominável e psicótico síndico, mas isso já é conversa para outro post….

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Revisitando Morin

Por uma necessidade profissional, revisitei mais uma vez a compilação feita por Edgar Morin (A religação dos saberes). Felizmente, me deparo com mais reflexões sobre algo já visto. Ele diz que o homem possui faculdades psíquicas que lhe permitem prever o futuro e organizar-se em conseqüência do mesmo. Ele vive, em grande parte, no futuro. Essa é uma das particularidades que o diferenciam do animal. Somos os representantes da única espécie que tem consciência dos futuros obstáculos possíveis e da morte inelutável. É inquietante o dar-se conta da dificuldade natural de lidar com o presente. Nas organizações estamos sempre a fazer planos e projetos que gerarão um resultado lá na frente, tentando impedir a morte futura. O hoje é sempre carregado de impossibilidades e a mudança acaba carecendo de mais tempo para a introjeção das novas idéias. Ao mesmo tempo em que planejamos colocamos à prova nossa capacidade de prever o futuro e nele interferir com sucesso.

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A feira e a bienal

Como fiquei em Forno Alegre, aproveitei o feriado e fui visitar a 55ª Feira do Livro que está muito bem esteticamente falando. Não me cabe avaliar os livros, pois seria impossível, já que não tenho esta competência. Percebe-se uma melhoria significativa na ambientação, na distribuição das barracas, no leiaute do barzinho, no site, da revista com a programação e do palco onde acontecem pequenos shows. Aliás, se houver uma nova apresentação, não percam o quarteto de trombones da PUCRS tocando rock:  biscoito finíssimo! Já comprei meu livro em espanhol de praxe, da Isabel Allende e agora só vou bisbilhotar e, amanhã, assistir à Elisa Lucinda.  Como já estava na Praça da Alfândega aproveitei para visitar outros sites da Bienal: o Santander Cultural e o MARGS. O Santander, de longe, é o mais interessante.

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Congregarh 2009

I’m back, depois do Congregarh 2009 e do feriado. Não posso deixar de comentar que o tempo esteve mara o feriado todo, com mais de 35° todos os dias. Depois de alguns anos sem participar de eventos da área de gestão de pessoas, seria injusto não falar sobre o Congregarh 2009, cujo tema foi “Organizações e Pessoas: responsabilidades compartilhadas para o crescimento”, até porque acredito que é um dos melhores eventos de gestão de pessoas do país. Tudo funcionou e o melhor é que a programação foi clean e certeira.  Participei da metade do evento e em todas as palestras o auditório da PUCRS estava lotado.  O evento foi praticamente um exemplo de organização (exceto pelo programa que não estava na íntegra no site e nem foi enviado aos participantes). Os palestrantes foram muito bem escolhidos e fiquei particularmente satisfeita com as apresentações de Marcelo Tas (CQC), Ethevaldo Siqueira (O Estado de S. Paulo, Revista Época) e Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida). Não se engane quem pense no cunho auto promocional  que as apresentações possam ter tido, pois não foi nada disso. Os três palestraram conectados com o objetivo do evento, o que nem sempre acontece. Já ia esquecendo dos diretores de GP do Google para AL e da Azul: ótima dobradinha.

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Arte e estranhamento

Felizmente vivemos em tempos de relativa liberdade de pensamento e expressão. No findi fui à Bienal do Mercosul, no cais do porto, e não gostei muito das obras. Não me considero uma especialista em arte, portanto, creio que meu gosto segue o da maioria dos mortais.  Numa sala havia divisórias de vidro muito sujas e só. Pensei que se deixasse de limpar os vidros da minha sacada eles seriam uma obra e tanto, he, he, he. Tudo bem,  sei que o artista deve ter alguma coisa a dizer com aquilo e eu é que não entendi, mas vamos combinar que expor vidros sujos….. Acho que desta vez, pelo menos naquele espaço, os vídeos saíram ganhando (o da bailarina e o cara pelado). Tem também uma peça de 67 segundos que tem toda uma fundamentação, mas definitivamente não entendo a família Thomas. Enfim, continuarei minhas incursões por outros sítios da Bienal, em busca de reflexão e sonho. Por agora, só fiquei com o estranhamento.

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Ah, a primavera

Ventania Alegre é uma cidade tradicional do ponto de vista meteorológico. Tem as quatro estações bem definidas dentro de um mesmo dia. Agora, curtindo ensolarados dias primaveris, temos a quase constante presença do vento. E que vento! Se Marilyn ainda estivesse entre nós e viesse pra cá, passaria o tempo todo segurando o vestido, ou não. O bacana desta estação é que você acorda com 7°, a tarde passa por uns 30° e, de noite, a temperatura cai para 10°. Mas a vida já é diferente com estes dias regidos pelo sol, em plena Bienal e com a Feira do Livro logo ali (claro que deve chover na abertura, como sempre). Neste findi ainda houve a parada livre na Redenção que deixou a cidade ainda mais colorida e alegre. Daqui a alguns dias temos feriado, a Festa do Ridículo e em breve verão, Natal, Ano Novo…..

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House

 

House

House

Sou um ser televisivo e fico confortável com isso. Ontem começou a sexta temporada de House (a série de maior sucesso no mundo!). O intérprete, Hugh Laurie, é simplesmente muito bom e muito bem dirigido num texto sempre inteligente. Minha expectativa é de que fosse um episódio legal e interessante. Mas foi mais do que isso. Quem nunca assistiu House não vai entender o que aconteceu, mas para os fãs, o episódio deve ter sido muito significativo. Gregory House não é unico, pois muitos tem em si características houseanas, quer pela forma de raciocínio, quer pelas interações com o outro. Ver como ele lidou, de forma sofrida, com seus problemas, foi muito forte. O episódio de ontem foi muito mais do que um gênio da medicina maltratando seus pacientes e salvando vidas. Mostrou a dificuldade de encarar medos e problemas, de buscar e aceitar ajuda. Recomendo.

 

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